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Loulou

"To live a creative life, we must lose our fear of being wrong"

Loulou

"To live a creative life, we must lose our fear of being wrong"

Obrigada meu querido sapinho!

Meu querido sapinho,

Obrigada pelo destaque! 

Imagina lá tu o que faz uma ida ao supermercado.... uma simples ida.... para comprar um pacote de coco ralado. O mesmo que acabou por ficar esquecido.

A quantidade de pessoas que também elas, munidas de lista de compras vão todas confiantes  quando chegam ao mundo encantado das promoções e dos descontos... trazem tudo menos o que ia na lista!

Estar atento(a) não basta.... há que estar-se munida de palas nos olhos como os cavalos usam.

 

 

 

 

Era só uma simples ida ao hipermercado... certo?!

 

Quando numa ida, aliás o que seria uma simples e inofensiva ida ao hipermercado se transforma num autêntico açambarcamento de provisões para o mês... anos?

Uma pessoa acorda, e lembra-se que tem de ir ao supermercado. Ao super ou hiper... tanto faz... Falta-lhe um dos ingredientes para fazer a maravilhosa sobremesa, que tinha na véspera pensado fazer. Até aqui tudo normal. Vai toda lampeira ao dito hipermercado, munida de lista na mão. Sim... Há que ter a certeza de não trazer mais do que aquilo que é estritamente necessário. As ofertas, as promoções do dia... da semana, da época, os muitas das vezes irresistíveis "leve dois pague um"... Não são mais fortes que a pessoa. Não há cá detergentes com panos de oferta xpto para juntar à colecção que já se tem em casa. E quem diz detergentes, diz arroz, massas, chinelos que a olho, e na altura servem a toda a gente e quando em casa, parece que encolheram...

Nada...

A pessoa vai resistir e vai trazer o que a levou lá e somente isso. Mais nada. 

Afinal de contas quem é que manda na carteira? O hipermercado ou cá a pessoa?

Parece-me que a resposta é óbvia...

 

Fica a Dica - trabalhar com polymer clay

Das aulas de artes visuais em que usava a plasticina ou o barro para moldar pequenas peças, já lá vai o tempo... Na altura até tinha jeitinho. Ou pelo menos assim diziam para não desanimar cá a criança! Agora existem no mercado outras alternativas, mais duráveis e tanto ou mais mareáveis que a vulgar plasticina. É o caso da polymer clay ou do fimo. Já experimentei usar, mas a minha falta de jeitinho, em vez de umas simpáticas peças, saíram uns pequeninos monstros.  Cada um nasce para o que nasce. E definitivamente, moldar o que quer que seja, não deve ser a minha praia... Fico-me pela pintura e o tricot, o crochet e já não é nada mau! É claro que continuo a gostar e muito.

E depois vamos à net e são tantos trabalhos perfeitinhos, lindos e utilitários.... que acabo por pensar que não vale a pena perder tempo a tentar fazer.

Querem ver alguns?

E se gostarem e tiverem jeito... Inspirem-se...

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Mas afinal o que é a Polymer clay?

Traduzida do inglês trata-se de uma espécie de argila plástica. Ou seja, é um material indicado para modelagem extremamente macio e maleável. É composto por PVC que quando aquecido a temperatura baixa e num espaço de tempo específico, resulta num plástico duro, durável e muito resistente.

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A panóplia de cores permite que se criem centenas de peças. Desde bonecos, a ímãs para o frigorífico, esculturas, passando por peças de bijuteria, joias, enfeites para o Natal ou festas temáticas... até aplicações em trabalhos nas telas ou nos objectos quotidianos como canetas ou canecas. A imaginação é o limite!

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E que mais se pode fazer com o polymer clay?

Para além de ser um material extremamente moldável, pode ser fatiado, esculpido, pintado, colado ou envernizado. Pode ser estampado, enfim quase tudo é permitido! 

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Passo a passo para estes brincos aqui

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Um passo a passo para quem gosta de cães e ver como se faz uma escultura da cabeça aqui

 

E para finalizar...

Os gatos também não estão esquecidos...

 

 Bons trabalhos!

"A gata do Dalai Lama" - livro

 

Domingo de manhã, na rota do abastecimento de café cá para casa... E do jornal pois há que ter as leituras em dia! Numa passagem ainda que meio distraída pela bancada dos livros... esbarro com uma gata. Mas não era uma gata qualquer, pelo menos físicamente falando. Era a gata do Dalai Lama... 

Continuei...

A gata do Dalai Lama...

Mas o que pode interessar ao mundo a gata do mestre espiritual budista? É sabido que os monges budistas são apaixonados por animais. 

Mais uma volta....

Vá lá.... pega no livro e dá uma vista de olhos.... dizia-me a vozinha interior...

A curiosidade estava à solta... aos pinotes aliás....

Estava já na fila para pagar o jornal e voltei para trás... 

Não resisti e fui pegar no livro e ver do que se tratava. Parecia que um íman me puxava para aquela publicação em particular, no meio de tantas outras.

Já vai na terceira publicação? A preço de saldo? Um livro espécie de auto-ajuda/conhecimento escrito como se trata-se da perspectiva duma gata? Que realmente existiu, que fazia meditação com o autor e o mesmo, torna-a na heroina dos seus romances?

Isto promete...

Dizem que devemos dar ouvidos à nossa voz interior... foi o que fiz e lá veio o livro para casa. Agora, a seu tempo irei lê-lo com toda a atenção. Na companhia de um dos meus gatos, e dum café envelhecido da Nespresso, claro! 

 

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 Sinopse:

A Gata tem uma missão: pensar menos e experienciar mais, viver no momento. Rapidamente aprende a expressão correta para isto: mindfulness, ou, nas suas próprias palavras, o poder de miar. O que se segue é uma jornada para descobrir a sua própria natureza e ganhar um entendimento mais profundo da sua mente e de como experienciar a maior felicidade da vida: o aqui e o agora.

Ao acompanhar a Gata do Dalai Lama nesta viagem, também aprenderá novas maneiras de se relacionar com a sua própria mente: viver mais devagar, encontrar a paz e explorar o infinito brilho e benevolência que são a nossa verdadeira natureza.

 

 

 

 

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