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Loulou

"To live a creative life, we must lose our fear of being wrong"

Loulou

"To live a creative life, we must lose our fear of being wrong"

Follow Friday #2

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Chegámos a mais uma sexta-feira. Tão bom!!!

A última do mês de Junho. Epáaaa.... já se passou mais um mês. Ainda parece que foi ontem o Natal e a passagem de ano.

Pooooossa... como o tempo passa a correr. Não tarda nada e já estamos novamente no Natal. 

Frases cliché que todos os dias usamos. Mas para ser sincera... não é que já se passaram mesmo... seis meses?... Tantas promessas, projectos, metas que com o ano novo se iniciaram e depois vão-se esmorecendo ao longo dos dias, semanas... meses...

E seis meses na vida de uma pessoa, do pais, no mundo... é muito tempo, muita coisa acontece. E a maior parte desses acontecimentos já nem sequer nos lembramos. Tal a vida pouco rotineira que se leva!

Hoje é sexta-feira... o momento é agora...

Mais uma para constar neste pequeno álbum de memórias, no qual um qualquer blog se torna. Aqui, também eu escrevo pequenas partes da minha vida, pequenos pedaços de momentos vividos que servirão num futuro, seja ele curto ou longínquo, de gatilho para a memória. Aqui vou lendo das bem-aventuranças, das alegrias e inevitavelmente das tristezas, de quem como eu escreve. De quem como eu partilha notas em forma de memorando...

Hoje por ser sexta-feira é também dia partilha. De darmos-nos a conhecer uns aos outros. De partilharmos aqueles que consideramos conhecidos ou quiçá amigos, ainda que virtuais, a quem nos lê. Porque simpatizamos, porque nos revemos no seu modo de vida ou simplesmente poderão servir de exemplo... ou modelo de boas virtudes... Que nos ensinam, que nos fazem reflectir sobre a vida, a vive-la com a alegria que lhe é devida...

 

Hoje deixo-vos.... A Desconhecida 

 

 

E já agora,

em modo de nota de rodapé...

Para a semana dar-vos-ei conhecimento no que esta antiga gaiola, sem fundo e sem pássaro se tornou...

Me aguardem!

CIMG7589.JPG

 

Será que dará resultado?!

Como em tudo na vida... quer sejamos investigadores, criativos ou simples pessoas banais, é normal e acontece a todos, felizmente, termos ideias. Umas melhores que outras mas elas surgem. E as melhores é quando menos se espera. As nossas Eurekas para aquele problema que não se resolvia mais. Outras tantas, não passam disso mesmo... de uma ideia. Da mesma forma que ela surge, depressa nos esquecemos e passamos à seguinte... Quando as há! eheheheh... 

Depois, passa-se à parte prática, a de pôr em experimentação a mesma ideia. Logo de seguida, formulamos uma hipótese... Começa-se a planear como vamos pôr em prática a nossa ideia. Posto isto, estando todas as condições reunidas passamos à fase de experimentação. O que acontece a seguir, os resultados, darão a conclusão do processo.

Mas vamos partir do início...

Sobraram-me muitos acessórios, que guardo religiosamente, do tempo em que estive a trabalhar para uma loja de bijuteria/acessórios. Até parece que foi assim há tanto.... que exagero... E de vez em quando, lá ando de volta das caixas, das contas, dos fechos, dos fios de couro, metal, dos alicates... saindo pequenos e preciosos brincos, anéis... quiçá um colar. Há que se andar apresentável. Isto juntando a saber-se fazer algumas coisitas... é da maneira que se anda com peças originais e causa a inveja no mulherio alheio.... eheheheheh... 

Num bom dia quero dizer, porque na maior parte das vezes, olho para aquilo tudo e não me corre nenhuma ideia... As famosas brancas... E lá vão para o "lote"... o tal de um dia hei-de fazer qualquer coisa contigo.

Andava de olho num pequeno medalhão, a parte metálica... um dos perdidos e achados no tal lote... igual a tantos outros que por aí se vende. Queria pinta-lo, mas como a sua superfície está preparada para receber, por exemplo, uma pedra semipreciosa, o que quer que lá pinta-se, passaria despercebido. Uma das hipóteses seria depois colocar resina acrílica por cima, mas é um processo bastante delicado que envolve muitos cuidados e mesmo assim, não é por aí que quero ir...

Volta não volta, o dito medalhão vinha-me parar às mãos... Tenho a certeza que o quero pintar, para ser diferente do que por aí se vê, apesar da base ser igual a tantas outras... isso não me importa...

Fazendo jus à fama do professor pardal.... não foi preciso colocar o chapéu de cucos... fez-se eureka!

Então não é que me lembrei de usar pasta de modelar e cobrir o interior do dito e tentar dar-lhe uma forma ovalada? Para depois se tudo correr bem pintar?

E com o entusiasmo, não é que foram mais umas quantas peças para a linha de produção?! Mais uns medalhões, brincos, um par de botões de punho.

Até numas caricas experimentei, tal foi o entusiasmo!

A da fase da hipótese à experimentação foi um ápice. É o que faz ter as coisas em casa e.... um dia hei-de fazer qualquer coisa contigo... e nisto estou a um passo de chegar a uma conclusão...

Foi tudo pensado e feito ontem ao final da tarde.

Ainda não sei como estarão... e o que vou encontrar... A curiosidade mata-me por esta altura. Só espero que ao secar, não reduza muito de tamanho... 

Depois, se tudo estiver bem, vem a fase... mas o que raio vou pintar nisto?!

ahahahahahah

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O Salvador quis dar um...

Não foi bonito... Não... Foi deselegante... Sim... Mas o moço até já veio pedir desculpa pelo comentário pouco oportuno... aqui

Mas não nos esqueçamos qual o verdadeiro objectivo do concerto. E esse sim foi conseguido. Mais de 1 milhão de euros foram, até ao final do concerto de ontem angariados. Uma pequena ajuda preciosa para quem tudo perdeu. Resta-nos esperar que seja bem distribuído!

Nos entretantos... para uma leitura um pouco mais aprofundada sobre o tema... que também pode ser musical...

Fica a sugestão.... 

Para aqueles que nunca deram um....

Pum...

Resultado de imagem para a arte de dar peidos

 

Sinopse:

Se pertence ao grupo de leitores que se interroga "Mas então, dar peidos também é uma arte?", a resposta está neste ensaio conciso e teórico-físico do séc. XVIII. Clássico da literatura cómica, escatológica e pseudocientífica, "A Arte de Dar Peidos" confirma-nos que o peido é uma necessidade da natureza, uma condição de boa saúde, que pode e deve ser assumido como uma fonte de prazer. E até de arte, pois dar peidos não custa, custa é saber dá-los.

 

 

Boas leituras

Nos bastidores de uma sessão fotográfica

Como qualquer sessão fotográfica que se prese, e para que a mesma seja bem sucedida... são necessários a conjugação de certos factores e elementos para que a mesma ocorra. E bem!... Desde o fotógrafo e o seu equipamento fotográfico, passando pelos candidatos à foto. Ou melhor dizendo, modelos simpáticos e colaborantes, ansiosos por estarem no seu melhor e por corresponder a todas as solicitações do profissional, a luz e o cenário onde as fotos ocorrerão.

E depois... há os modelos... que reagem como se fossem a última bolacha do pacote... e se  acham no direito de todas e mais alguma mordomias... birras.... mau génio.

Não estas... fotos...

Estas estão apresentáveis e fazem parte de um pequeno post que podem ler aqui

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Na semana passada recebi o meu exemplar do livro "Viagem ao mundo dos Gatos". 

E como qualquer pseudo-escritora,...cof... cof... o livro tem textos meus, partes de uns que escrevi aqui no blog.... 

... gosta de publicitar aos sete ventos a sua obra. Ups acabei de o fazer... E a melhor maneira que entretanto arranjei de o fazer, foi tirar umas fotos com os meus protagonistas - dos textos, e além do mais, tinha prometido assim o fazer... 

Traduzindo por miúdos, andava "mortinha" para arranjar uma oportunidade para tirar umas fotos aos meus gatos e já agora com o livro! 

Mas não... É escusado pensar que desta vez vai ser diferente...

Ó sorte a minha...

Epá... saíram-me na rifa até que uns modelos perfeitinhos, mas que se distraem com tudo e mais alguma coisa... Que nunca olham directamente para a câmara. Sem flash. Eu só quero uma... uma única e apresentável foto. Nem com um chamariz (brinquedo ou snack) os convenço. Como se assim quisessem saber das minhas boas intenções. É para o lado que dormem melhor.

Já nem penso no cenário. No melhor local de luz... nada. Só quero uma foto capaz.

É assim tão difícil?! É.

Como deve ser bom trabalhar com modelos como os que se vêm por aí fora.... sempre prontos... do tipo... "Bora lá tirar uma foto. Olha para mim aqui nesta posição. Estou tão gira, não estou! E olha agora assim... gostas deste olhar. Vá lá que eu deixo que vás buscar a câmara. Eu fico à espera"...

Não. Não aqui em casa...

Tenho um, o Jaqui que assim que pressente que a máquina está virada para ele, descobre a partícula invisível a olho nu de pó que paira pelo ar... e lá vai uma foto para o galheto... A Bia nem se fala, ainda é pior... A Ritinha, por ser a mais nova, tudo lhe serve de brinquedo e distracção. Restava-me a Nikki, a mais vaidosa e quem sabe a que talvez fosse mais colaborante.

Pois...

E depois, uma pessoa chega a uma dura conclusão.... ao quanto a realidade pode ser enganadora...

Aquilo que ninguém vê nos bastidores.... e que não transpira para o público em geral. O quanto um profissional/amador sofre pela foto quase perfeita. Quando finalmente estão todas e mais alguma condições reunidas ao mesmo tempo e espaço...

click... 

E descobrimos, como verdadeiramente os modelos se comportam, aqueles em que tinhamos depositado o que nos restava de esperança... quando afinal, temos de repetir a foto....

Novamente tudo a postos para mais um click...

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E sai assim a foto.

Lá vem o mau feitio da modelo à superfície...

Sempre de trombas...

Aquele que eu conheço tão bem, quando não se lhe fazem as vontades...

 

Já agora e só para que saibam... Venderam-se todos os livros! yeaahhhh

Não compraram.... azar... nem sabem o que perderam!

 

 

A little bird told me...

"Once, Picasso was asked

what his painting meant. He

said, "Do you ever know what

the birds are singing? You

don't. But you listen to them 

anyway". So, sometimes with

art, it is important just to look"

 

Marina Abramovic´

 

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Esta caixa em madeira, tinha-a comprado, numa das minhas idas à Fábrica dos Gessos em Alcântara - a Copidarte. Por acaso, já há bastante tempo que lá não vou. Talvez para resistir às tentações. Entra-se com uma ideia e depois...

A ideia era chegar lá comprar uns bonequinhos em gesso. Uns muito giros e que quando os pintei da primeira vez, fizeram tanto sucesso que acabei por ter de repetir várias vezes, até conseguir ficar com um conjunto para mim. Quatro pequenos anjinhos musicais para pintar e oferecer, a mim própria, no Natal e uns pincéis em falta.

Mais nada... Visse o que visse... 

É das tais coisas. Já sabemos ao que vamos. É entrar, manter aquele objectivo inicial, traçado, sublinhado a bold, a cores ou a que quiserem, na nossa mente. Colocar as palas nos olhos como aos cavalos e burros e não olhar para mais nada. Esquece as promoções, as novidades, enfim, as tentações duma forma geral... É para comprar aquilo que é preciso e mais nada.

Ponto final parágrafo...

Só que... até se chegar à zonas dos gessos... surgem as madeiras.... e o seu cheiro peculiar e atractivo. E o andar apressado começa a ser mais lento, quase a passo de caracol. Assim como o pensamento que voa em direcção às caixinhas, aos tabuleiros, às molduras, às n coisinhas em madeira, tão bem expostas nas prateleiras...

Há que espreitar tudo. Pára-se, espreita-se aqui, pega-se acolá...

E da ideia inicial, acaba-se com um cesto carregado de outros materiais. Muitos ainda sem ideias do que se vai fazer com eles. Alguma ideia há-de surgir. Leve o tempo que levar.

 

Para esta caixa, apeteceu-me.... de vez em quando também dá-se-me uns vaipes... pintar aquela que veio a ser a minha versão de um projecto da Carolyn Shores. Mais uma das minhas musas inspiradoras... Podem ver pela foto mais abaixo, que foi por onde me baseei.

 

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Este seria mais um daqueles projectos que considero difíceis à partida. Dos quais, insisto e arrisco fazer, como forma de assim superar os meus próprios obstáculos. Como em tudo na vida...

Mesmo que a meio tenha vontade de desistir. Pintar por cima. Abandonar a ideia. Nessas alturas,  o melhor que faço é parar... esquecer e arrumar. Um dia voltarei a pegar e retomar do ponto donde deixei.

E acabar!

Assim fiz...

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 Pintura acrílica sobre madeira

 

 

 

 

 

 

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