Sou ou não sou uma meowmy orgulhosa dos meus rebentos patudos?! Sim sou!
O Ruby retratado aos 10 mesitos de muitos ronrons!
O Ruby é um gato muito meigo. Aliás, todos o são. E é tão simples fazer um gato feliz! Basta que se sintam seguros, protegidos, e fundamentalmente, respeitados na nossa presença. Aí teremos a sua total confiança, lealdade, amizade e amor. Mas nada disto invalida as suas personalidades. É o caso deste catraio.
O meu terror das dentadas.
Aaaah se há gato que gosta de dar a sua dentadinha, numa mão desprevenida... é o Ruby. Desde pequenino que tem este comportamento, seja a brincar, seja quando amua por o contrariar-mos...
Sim, os gatos também amuam. (ideia para um futuro post... fica a promessa!)
Sim, os gatos mordem e às vezes doí.
No meu caso, já nem sempre.
Às vezes doí... ai se doí... outras só dou conta de que me mordeu ou arranhou, porque tenho um arranhão, num dedo ou nas costas da mão, a sangrar. Pois é bem verdade quando dizem que de tantas ferradelas se levar, acaba-se por ser-se mais tolerantes à dor.
Quanto ao meu catraio, já se notam muitas melhorias neste comportamento, ou melhor dizendo... mau hábito. Está, ainda, naquela fase de testar os nossos limites. De ver até aonde pode ir... Faz parte do crescimento dele. E cabe a nós, tutores moldar a sua personalidade, evitando, ou melhor, contrariar estes maus comportamentos.
Dicas...
Os truques que vamos usando passam por um aumento do tom de voz, à palavra... NÃO... Quando não funciona, um sopro por detrás das orelhas e tem sido remédio santo para o travar.
...um dia sonhei que sabia desenhar... Como os desenhos que via nos livros das histórias que os meus pais me liam para adormecer. Sonhos de criança...
Todos temos sonhos. Uns realizáveis, outros, não passam disso mesmo. Projectos que um dia e noutras circunstâncias achámos que se poderiam concretizar. E tempos depois, tornam-se inviáveis. Há os ainda que, ficam escondidinhos no nosso ser, como que adormecidos, guardados numa caixa a sete chaves. Esquecidos, que o tempo se encarrega de esfumar e fazer desaparecer. Os tais sonhos de criança. Dizem que a vida, sábia como só ela, vem e nos dá o que é melhor para nós e assim nos conformamos.
Sabem...
... o quanto é difícil pegar num sonho e começá-lo a tornar realidade. O quanto pessimistas somos como povo. Que mais depressa nos conformamos com a incerteza, com a dúvida, do que arregaçamos as mangas e enfrentamos os problemas. De frente, sem medos e com coragem. É tão mais fácil, diria até cómodo, reconfortarmos-nos com umNão sou capaz. Assim até nem sequer temos "chatices".
A vida, sábia como só ela, vem e conspira...
Sabem...
... aquele momento que se segue, quando damos por concluída uma tarefa? A tal que pensávamos esquecida e que não passava de um sonho de criança?
... aquele pequenino e fugaz momento que se segue quando pousamos o lápis, olhamos para o trabalho e na nossa mente surgem, como se estivessem escritas, a letras garrafais, a néon... as palavras...
ESTÁ PRONTO!
Sabem...
... o povo tem razão quando diz que "As palavras são como as cerejas, vão umas atrás das outras". Agora que lhe tomei o gosto... só sei não consigo mais parar!